sábado, 2 de fevereiro de 2013

A minha experiência no e-fatura



E lá experimentei o e-fatura.

Mais de 30 minutos a inserir facturas... Benefício fiscal... 64 cêntimos...

Há seguramente maneiras mais divertidas e lucrativas de passar meia hora do meu rico fim-de-semana.


PS - Não é preciso guardar as facturas depois de as introduzir.

7 comentários:

  1. Nem sabia que isso existia! Como funciona?

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  2. Vais ao portal das Finanças e em baixo do lado esquerdo tens o link.

    Entras com o teu NIF e password das finanças.

    Pegas nas tuas facturas dos restaurantes, oficinas e cabeleireiros e afins.

    Pesquisas se já foram introduzidas pela empresa ou então passas directamente para introduzir facturas (ouvi numa conferência que se já estiver inserida pelo comerciante não tens de inserir novamente, mas provavelmente ao dia de hoje os comerciantes ainda não enviaram o ficheiro consolidado para as finanças).

    Depois, para cada factura, introduzes:
    - NIF do vendedor,
    - Data da factura,
    - Valor total da factura (quando tem sempre o mesmo IVA ou distribuído por linhas se tiver taxas diferentes) e taxa do IVA.
    - Pode ainda perguntar-te de que sector é a empresa.

    E é tudo.... entre descobrir como se fazia, introduzir, etc... meia horita para despachar nove facturas... Resultado... nem chega a um euro de reembolso...

    Podes depois deitar fora as facturas que já introduziste.

    E é assim. Boa sorte!

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  3. Thanks! Deu-me €1,09 de reembolso...

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  4. Faltava na resposta, para além da data de cada factura, o número da mesma... :)

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  5. Se pediste a factura com número de contribuinte só tens de esperar que chegue o dia 26 do mês a seguir ao da emissão da factura et voilá, tens as facturas registadas no e-factura. Quem tem de as registar é a entidade que emite a factura, não quem a recebe. E a participação das facturas é feita até ao 25 do mês seguinte ao da emissão. Não precisas de ter trabalho algum.

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  6. Eu tinha de testar... :)
    De qualquer modo, naquela data ainda não devia haver praticamente nada inserido por parte das empresas. Mas nem me dei ao trabalho de procurar. Ia perder ainda mais tempo. :)
    Mas ao inserir é que se vê na prática a dimensão.
    O português médio terá de gastar muitíssimo mais do que ganha em restaurantes, cabeleireiros e oficinas para poder ter direito ao desconto máximo. Ironias.

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  7. Alguem me sabe dizer se as compras e supermercado e cafés podem ser insridas? Isto porque no separador restauração e alojamento também diz similares.....
    Obrigada!

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