sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Prodsmart trabalha afirmação nos EUA

A Prodsmart foi uma das startups portuguesas que mais atenção captou durante a Web Summit. Conquistou três espaços para startups (boths) no recinto, fez dois pitchs, tendo chegado a uma final, e teve uma equipa dedicada no certame a divulgar a empresa que produz soluções tecnológicas, assentes na cloud, com o objectivo de eliminar o papel do chão de fábrica.
A empresa já soma várias rondas de investimento e está neste momento numa fase de angariação de capital, que deverá concretizar-se ainda durante o primeiro trimestre, avançou Gonçalo Fortes, fundador da empresa, em declarações ao Computerworld.
Já durante a cimeira, no início de Novembro, em Lisboa, o director-geral da startup  apresentava-se visivelmente entusiasmado com os contactos estabelecidos com potenciais clientes, parceiros e até investidores. Passados dois meses, assinala que a presença no Web Summit foi positiva “ao dar uma exposição” à empresa que “vai muito além das paredes do evento”.
Mas mesmo antes da cimeira, a empresa tinha captado a atenção dos media. Em meados de Outubro, a Prodsmart ocupava a 17ª posição no rol de startups mais referido na comunicação social desde Janeiro até aquela data.
Não terá sido alheio a este mediatismo, o protagonismo que o conceito Indústria 4.0 ganhou em 2016, após o Fórum Económico Mundial. Os planos da Prodsmart passam desde sempre pela ligação das fábricas internamente e entre elas por via das tecnologias numa cadeia de valor de produção até ao consumidor final.
“Quando o Fórum Económico Mundial trouxe para a ribalta a tendência da Indústria 4.0, as empresas começaram a perceber que é preciso modernizarem, que há formas novas de adquirirem software e de melhorarem os processos” gerou-se uma “tempestade perfeita” para a Prodsmart continuar a crescer e “a fornecer um produto cada vez melhor e entregar cada vez mais valor aos nossos clientes”, salienta.
Mas por trás da visibilidade está o trabalho desenvolvido pela startup ao longo dos anos. Actualmente, já tem mais de 30 clientes, servindo mais de 2000 trabalhadores, dispersos por quatro países, avançou o CEO. A empresa está actualmente, directa ou indirectamente, presente em Portugal, na Roménia, na Alemanha e no Reino Unido e quer entrar dentro de meses nos EUA.
A ambição da empresa é grande, pois a solução que visa libertar a planta da fábrica de papel “pode ser aplicada em qualquer manufactura em qualquer parte do mundo”, destaca.

Artigo na íntegra publicado em Computerworld Portugal
Prodsmart trabalha afirmação nos EUA

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